As novas regras da fase de transição do Plano São Paulo começam a valer neste domingo (1º/8) e seguem até o próximo dia 16. O limite de horário de funcionamento de comércios, serviços em geral e espaços religiosos passa de 23h para 0h e deixa de vigorar o toque de recolher durante as madrugadas.

A capacidade máxima de ocupação permitida nos estabelecimentos sobe de 60% para 80%. O uso obrigatório de máscara em ambientes de acesso público, distanciamento mínimo de um metro e respeito a protocolos de higiene estão mantidos.

O acesso de clientes a shoppings, galerias, lojas de rua, bares e restaurantes deverá ser interrompido às 23h, com atendimento permitido até meia-noite.

Todas as atividades econômicas devem obedecer aos protocolos setoriais de segurança sanitária previstos no Plano SP.

Eventos que geram aglomerações – casas noturnas, shows de médio e grande porte, competições esportivas com público, etc – continuam proibidos, com possibilidade de reabertura condicionada aos resultados de eventos modelo sob supervisão das autoridades de saúde e averiguação pelo Centro de Contingência da Covid-19.

O governo do Estado mantém a recomendação de escalonamento de horários para entrada e saída de trabalhadores dos setores de comércio, serviços e indústrias. Também seguem liberadas as celebrações individuais e coletivas em igrejas, templos e espaços religiosos, mediante cumprimento de protocolos de higiene e distanciamento social.

PRÓXIMA FASE

Se a contenção da pandemia e os reflexos da vacinação continuarem positivos, o Governo do Estado já planeja avançar da fase de transição para a etapa de retomada segura a partir de 17 de agosto.

A partir da segunda quinzena deste mês, a expectativa é eliminar todas as restrições de horário e liberar atendimento presencial com capacidade de 100%, mas com manutenção das regras para máscaras, distanciamento e protocolos de higiene.

Na retomada segura, as regras gerais e setoriais de segurança sanitária continuarão as mesmas da fase de transição e válidas para os 645 municípios. As prefeituras vão manter autonomia para determinar rigidez de restrições se as circunstâncias locais da pandemia e capacidade hospitalar tiverem piora.

(Fonte: Governo do Estado de São Paulo)

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