A Secretaria de Saúde de Indaiatuba comemora um ano de funcionamento do Centro Integrado de Oncologia, nesta terça-feira (10/8). Mesmo com a pandemia de covid-19, os procedimentos de oncologia cirúrgica, oncologia clínica e onco-hematologia continuaram. No primeiro ano, foram realizados quatro mil consultas médicas e 200 exames diagnósticos como, laringoscopias, biópsia de mama, biópsia de medula óssea.

Só no ano passado, a Central de Regulação do Centro Oncológico realizou 1.500 atendimentos presenciais. A equipe de enfermagem realizou no mesmo período 1.300 procedimentos de enfermagem (curativo, ambulatório ostomia, infusões e medicações).

Inaugurado em 10 de agosto de 2020, o Centro Integrado de Oncologia – que recebe o nome de “Luci Clea Silva”, a primeira profissional de saúde vítima da covid-19, em Indaiatuba – e está localizado no antigo Mini Hospital, Rua Zephiro Puccinelli, s/nº, no Jardim Morada do Sol. Com a unidade, foram ampliados os serviços oferecidos pela Secretaria Saúde aos pacientes oncológicos do município.

O diretor do Centro de Oncologia, Fabrício Coli, classificou como fundamental o trabalho realizado por toda equipe e disse que os números superaram as expectativas. “Todos os números que estamos celebrando demonstram o reflexo do trabalho dos profissionais qualificados e humanizados do nosso Centro Integrado de Oncologia que todos os dias, mesmo em pandemia, trabalharam arduamente para acolher os pacientes nos momentos mais delicados de suas vidas com muita responsabilidade”, disse.

QUIMIOTERAPIA E CIRURGIAS ONCOLÓGICAS

Após 12 meses de trabalho, Indaiatuba recebeu recentemente um equipe técnica do Governo do Estado de São Paulo que deu o aval para iniciar, a partir de setembro, os procedimentos de quimioterapia e cirurgias oncológicas na cidade. Com o custeio estadual, Indaiatuba fará parte da Unacon (Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia).

“Para se tornar uma cidade credenciada à Unacon, Indaiatuba precisou comprovar que seu serviço de saúde é completo, eficaz, integrado, tecnológico com uma equipe médica especializada. É necessário também que a cidade tenha um centro de oncologia e um hospital de referência com ampla estrutura e com equipe multidisciplinar que atenda média e alta complexidade”, informa a Secretaria Municipal de Saúde.

A partir de setembro, Indaiatuba atenderá, em média, 650 cirurgias oncológicas e 5.300 sessões de quimioterapia por ano.

Os pacientes oncológicos da cidade serão inseridos no Sistema de Regulação Cross e regulados pela Rede Hebe Camargo com referência regional que priorize os moradores de Indaiatuba. Os pacientes da cidade que já iniciaram o tratamento em uma outra unidade, permanecerão desta forma e os novos pacientes oncológicos serão tratados em Indaiatuba.

O prefeito Nilson Gaspar (MDB) comentou sobre a intenção de oferecer tratamento adequado para pessoas com câncer no município. “Estamos batalhando para melhorar o serviço oncológico em Indaiatuba há um bom tempo. O Governo do Estado aprovou a nossa proposta de oferecer também a quimioterapia, além das cirurgias oncológicas. Isso é um reflexo do excelente trabalho dos profissionais qualificados e humanizados do Centro de Oncologia, que neste primeiro ano realizaram os tratamentos e as pequenas cirurgias, com muita sabedoria e seriedade. Espero que nossa cidade seja, cada vez mais, um local de vida e de esperança para todos”, disse o prefeito.

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