Por Patrícia Lisboa

Após o recebimento do laudo confirmatório do Instituto Adolfo Lutz, a Secretaria Municipal de Saúde divulgou, na última sexta-feira (11/7), o registro de mais duas mortes por dengue, em Indaiatuba, este ano. Com isso, sobe para 21 o total de mortes por dengue, em Indaiatuba, em 2025. Uma das vítimas foi uma mulher, de 34 anos, sem comorbidade relatada. O óbito dela ocorreu no dia 2 de abril. A outra vítima foi um homem, de 64 anos, que também tinha pressão alta. A morte dele aconteceu no dia 7 de abril.

De acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, do início do ano até a última sexta-feira (11/7), Indaiatuba acumulava 10.113 casos de dengue. Ainda há 223 notificações suspeitas aguardando resultados de exames para a confirmação ou não da doença.

Também foram confirmados, em Indaiatuba, dois casos de chikungunya e ainda há outros sete casos suspeitos da doença em análise.

A dengue, a chikungunya e zika vírus são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Uma das principais formas de prevenção da doença é o combate ao mosquito transmissor. Isso pode ser feito eliminando água parada ou objetos que acumulem água como pratos de plantas ou pneus usados.

Os sintomas mais comuns da dengue são febre alta, dor atrás dos olhos, dor no corpo, manchas avermelhadas na pele, coceira, náuseas e dores musculares e articulares.

MORTES POR DENGUE EM INDAIATUBA – 2025

1ª morte: mulher, de 96 anos, sem comorbidade relatada pela família.
2ª morte: homem, de 66 anos, com diabetes e coração chagásico.
3ª morte: homem, de 89 anos, com hipertensão e doença coronária.
4ª morte: homem, de 77 anos, com diabetes e cardíaco.
5ª morte: mulher, de 83 anos, com hipertensão e doença pulmonar obstrutiva crônica.
6ª morte: homem, de 85 anos, com hipertensão e diabetes.
7ª morte: homem, de 89 anos, com hipertensão e acidente vascular cerebral isquêmico.
8ª morte: mulher, de 32 anos, com hipertensão e diabetes.
9º morte: mulher, de 89 anos, com artrite reumatoide e antecedente de câncer de mama.
10ª morte: mulher, de 68 anos, sem comorbidade relatada.
11ª morte: mulher, de 79 anos, com hipertensão arterial sistêmica.
12º morte: mulher, de 89 anos, sem comorbidade relatada.
13ª morte: homem, de 41 anos, sem comorbidade relatada.
14ª morte: homem, de 54 anos, que também tinha diabetes e pressão alta.
15ª morte: homem, de 77 anos, que também tinha diabetes e pressão alta e era cardiopata.
16ª morte: homem, de 88 anos, que também tinha diabetes.
17ª morte: homem, de 86 anos, que também tinha pressão alta e doença renal crônica.
18ª morte: homem, de 86 anos, que também tinha pressão alta, Chagas e doença pulmonar obstrutiva crônica.
19ª morte: homem, de 54 anos, que também tinha pressão alta e doença pulmonar obstrutiva crônica.
20ª morte: mulher, de 34 anos, sem comorbidade relatada.
21ª morte: homem, de 64 anos, que também tinha pressão alta.

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