Por Patrícia Lisboa

Alguns moradores do entorno do reservatório de água Santa Dulce, localizado na Avenida Fábio Ferraz Bicudo, no Jardim Esplanada, em Indaiatuba, fizeram um protesto pacífico, na Câmara de Vereadores, durante a sessão ordinária de segunda-feira (25/8), contra a localização da obra. No dia 14 de julho, um funcionário da empresa responsável pela construção se feriu e o reservatório cedeu após um incidente com um equipamento usado para fazer a elevação da estrutura. A obra estava paralisada da data do incidente até essa semana, quando começaram os preparativos para o início da desmontagem dela, para a verificação e inspeção das peças e dos equipamentos utilizados. A desmontagem completa do reservatório está prevista para ser concluída na segunda quinzena de novembro. No protesto feito na Câmara, um dos organizadores, William Barbosa, levou um baldinho azul, de uso doméstico, para simbolizar o reservatório. Mas, o “balde de água fria” foi, na verdade, o silêncio dos parlamentares sobre o assunto durante a sessão.

VALORIZAÇÃO DA VIDA

Na sessão de segunda, o vereador Luiz Alberto Pereira (MDB), líder de governo, apresentou uma indicação para que a Prefeitura crie um programa para promover a valorização da vida e da saúde mental, com o objetivo de prevenir a depressão, a automutilação e o suicídio. A sugestão do vereador é que sejam tomadas medidas para o controle dos fatores determinantes para o surgimento dos transtornos mentais e para garantir o acesso dos cidadãos ao tratamento da depressão e do sofrimento psíquico agudo ou crônico, especialmente por aqueles com histórico de ideação suicida, automutilações e tentativa de suicídio. Cebolinha defende também a necessidade de sensibilizar a sociedade sobre as lesões autoprovocadas como problema de saúde pública passível de prevenção. Pela relevância da indicação, a torcida é para que ela seja acatada.

SINAL VERMELHO

Não foi acolhido pela Justiça o mandado de segurança impetrado pelo vereador Eduardo Tonin (Podemos), líder da bancada da Oposição na Câmara, que pedia a anulação de todas as multas aplicadas e a restituição dos valores cobrados, nos últimos cinco anos, por avanço ao sinal vermelho, com base em tempos supostamente irregulares das fases dos semáforos, em Indaiatuba. A alegação para o mandado não ter sido aceito, segundo a assessoria do vereador, é que Du Tonin não teria legitimidade para a apresentação dele por não ser um dos multados. O Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) afirma que “não há irregularidade nos tempos das fases dos semáforos”.

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Coluna DROPES é publicada em parceria com o Jornal Mais Expressão.

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