Por Patrícia Lisboa
A Secretaria de Saúde de Indaiatuba confirmou, nesta sexta-feira (18/7), mais duas mortes por dengue na cidade este ano, após o recebimento do laudo do Instituto Adolfo Lutz. Os dois últimos óbitos confirmados são de um homem, de 50 anos, sem comorbidades, que morreu no dia 24 de abril, e de uma mulher, de 76 anos, que também tinha hipertensão e diabetes, e que faleceu exatamente um mês depois, no dia 24 de maio.
Para comparação, Campinas – a maior cidade da Região Metropolitana (RMC), com mais de um milhão de habitantes contra os cerca de 280 mil habitantes de Indaiatuba – chegou, ontem (17/7), a 21 mortes por dengue este ano.
De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Saúde, de janeiro até esta sexta-feira (18/7), além das 23 mortes, Indaiatuba tem 10.672 casos confirmados de dengue. Ainda há 212 notificações aguardando resultado de exames para a confirmação ou não da doença.
Indaiatuba também registrou, este ano, dois casos de chikungunya e ainda há outros quatro casos suspeitos da doença em análise.
MORTES POR DENGUE EM INDAIATUBA – 2025
1ª morte: mulher, de 96 anos, sem comorbidade relatada pela família.
2ª morte: homem, de 66 anos, com diabetes e coração chagásico.
3ª morte: homem, de 89 anos, com hipertensão e doença coronária.
4ª morte: homem, de 77 anos, com diabetes e cardíaco.
5ª morte: mulher, de 83 anos, com hipertensão e doença pulmonar obstrutiva crônica.
6ª morte: homem, de 85 anos, com hipertensão e diabetes.
7ª morte: homem, de 89 anos, com hipertensão e acidente vascular cerebral isquêmico.
8ª morte: mulher, de 32 anos, com hipertensão e diabetes.
9º morte: mulher, de 89 anos, com artrite reumatoide e antecedente de câncer de mama.
10ª morte: mulher, de 68 anos, sem comorbidade relatada.
11ª morte: mulher, de 79 anos, com hipertensão arterial sistêmica.
12º morte: mulher, de 89 anos, sem comorbidade relatada.
13ª morte: homem, de 41 anos, sem comorbidade relatada.
14ª morte: homem, de 54 anos, que também tinha diabetes e pressão alta.
15ª morte: homem, de 77 anos, que também tinha diabetes e pressão alta e era cardiopata.
16ª morte: homem, de 88 anos, que também tinha diabetes.
17ª morte: homem, de 86 anos, que também tinha pressão alta e doença renal crônica.
18ª morte: homem, de 86 anos, que também tinha pressão alta, Chagas e doença pulmonar obstrutiva crônica.
19ª morte: homem, de 54 anos, que também tinha pressão alta e doença pulmonar obstrutiva crônica.
20ª morte: mulher, de 34 anos, sem comorbidade relatada.
21ª morte: homem, de 64 anos, que também tinha pressão alta.
22ª morte: homem, de 50 anos, sem comorbidade.
23ª morte: mulher, de 76 anos, que também tinha hipertensão e diabetes.
