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O Verão tem início às 0h27 desta sexta-feira

O verão, a estação que remete ao calor e às férias e é caracterizada por dias mais longos, chega nesta sexta-feira, 22 de dezembro, mais exatamente às 0h27, quando ocorre o chamado Solstício de Verão no Hemisfério Sul (no Hemisfério Norte é o Solstício de Inverno).

O fenômeno é o momento em que um dos hemisférios está mais voltado para o Sol. Dessa forma, ele fica mais iluminado e por mais tempo, fazendo esse dia alcançar o pico de duração em todo o ano.

Isso acontece porque a Linha do Equador, eixo de rotação da Terra que divide os hemisférios Norte e Sul, não está alinhada perfeitamente com o Sol. Pense na famosa Torre de Pisa, na Itália. É como a Terra se parece em relação ao Sol, um pouco inclinada. Por isso, os movimentos de rotação (movimento em torno do próprio eixo e que dura 24 horas) e translação (movimento em torno do sol e que dura 365 dias) do planeta provocam fenômenos como dias mais longos e dias mais curtos.

A data vai além do fato de marcar a mudança de estação e de ser o dia mais longo do ano na parte sul do mundo. Para algumas sociedades e religiões, o Solstício é marcado por simbolismos e significados.

A palavra solstício deriva do latim “sol” e “sístere”, que se traduz como permanecer quieto.

No solstício de dezembro, em especial nas culturas romana e celta, se festejava o retorno do Sol.

Na América Latina, o solstício de verão é comemorado por diversas culturas. A data, que representa um marco no Calendário Maia, que gerou uma interpretação sobre o fim dos tempos que acabou muito difundida no ano de 2012, para as culturas originárias da região andino-amazônica representa um ciclo caracterizado pelo retorno ao equilíbrio e à relação harmônica com a natureza.

No Peru, no meio do ano é celebrada a Festa do Sol do Império Inca, uma apoteótica celebração do mundo andino do Hemisfério Sul. O imperador Inca, os sacerdotes e o povo agradeciam o Sol, que, segundo a tradição, fecunda a terra com seu calor e marca o início da época de plantio. Na cerimônia se sacrificava uma lhama, animal típico dos Andes.

(Fonte: Agência Brasil)

Patricia Lisboa

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