Doses da vacina contra a dengue (Foto: Fernanda Sunega/Prefeitura de Campinas)
A Secretaria de Saúde de Indaiatuba informa que, até o momento, 3.349 crianças de 10 a 14 anos foram vacinadas contra a dengue na cidade. O imunizante está disponível para esse público, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), de segunda a sexta-feira, exceto feriado, das 7h30 às 16h30.
“A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e pode ser grave e até fatal. Vacinar crianças nessa faixa etária pode ajudar a reduzir a transmissão da doença na comunidade, protegendo não apenas as crianças, mas também pessoas mais vulneráveis, como idosos e aqueles com sistemas imunológicos comprometidos. Embora a dengue geralmente seja uma doença autolimitada, em alguns casos pode levar a complicações graves, como a dengue hemorrágica. A vacinação pode reduzir significativamente o risco de desenvolver essas complicações”, explica a Secretaria Municipal de Saúde.
“Além disso, a dengue pode levar a períodos prolongados de doença, o que pode resultar em ausências escolares prolongadas. Vacinar crianças pode ajudar a manter a continuidade do ensino e evitar interrupções no aprendizado”, acrescenta a Pasta.
A secretaria municipal também explica que a dengue não é transmitida de pessoa para pessoa. O mosquito Aedes aegypti se torna infectado ao picar uma pessoa que já está infectada com o vírus da doença. Uma vez infectado, o mosquito pode transmitir o vírus para outras pessoas durante toda a sua vida. Após a picada do mosquito infectado, ocorre um período de incubação no corpo humano, que geralmente dura de 4 a 10 dias, mas pode se estender por até duas semanas. Durante o período de incubação, o vírus se replica no organismo humano, entrando na corrente sanguínea e causando uma condição conhecida como viremia, onde o vírus se espalha pelo corpo. Ao perceber qualquer sintoma da dengue, um médico deve ser consultado.
No caso da dengue, a febre alta (40°C) de início súbito está sempre presente. Os sinais de alerta da dengue são dor abdominal intensa, vômitos persistentes ou com sangue, respiração ofegante, sangramento de mucosas, fadiga e desidratação. Se não tratados, podem levar a um quadro grave com hemorragias ou choque (colapso circulatório e falência múltipla dos órgãos). (Fonte: Secretaria de Estado da Saúde)
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