O Aedes aegypti deposita seus ovos em água parada e o mosquito se prolifera (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Por Patrícia Lisboa
A Secretaria de Saúde de Indaiatuba divulgou, nesta semana, a 17ª morte por dengue registrada na cidade este ano, após o recebimento do laudo confirmatório do Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo. O óbito ocorreu no dia 10 de abril e a vítima foi um homem, de 86 anos, que também tinha pressão alta e doença renal crônica, de acordo com a secretaria.
Segundo o boletim epidemiológico, do início do ano até esta esta sexta-feira (27/6), Indaiatuba possui 9.503 casos confirmados de dengue. Ainda há 253 notificações suspeitas aguardando resultado de exames para a confirmação ou não da doença. A cidade também registrou dois casos de chikungunya confirmados e ainda tem sete suspeitas da doença em análise.
A dengue, a chikungunya e zika vírus são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Uma das principais formas de prevenção da doença é o combate ao mosquito transmissor. Isso pode ser feito eliminando água parada ou objetos que acumulem água como pratos de plantas ou pneus usados.
Os sintomas mais comuns da dengue são febre alta, dor atrás dos olhos, dor no corpo, manchas avermelhadas na pele, coceira, náuseas e dores musculares e articulares.
MORTES POR DENGUE EM INDAIATUBA – 2025
1ª morte: mulher, de 96 anos, sem comorbidade relatada pela família.
2ª morte: homem, de 66 anos, com diabetes e coração chagásico.
3ª morte: homem, de 89 anos, com hipertensão e doença coronária.
4ª morte: homem, de 77 anos, com diabetes e cardíaco.
5ª morte: mulher, de 83 anos, com hipertensão e doença pulmonar obstrutiva crônica.
6ª morte: homem, de 85 anos, com hipertensão e diabetes.
7ª morte: homem, de 89 anos, com hipertensão e acidente vascular cerebral isquêmico.
8ª morte: mulher, de 32 anos, com hipertensão e diabetes.
9º morte: mulher, de 89 anos, com artrite reumatoide e antecedente de câncer de mama.
10ª morte: mulher, de 68 anos, sem comorbidade relatada.
11ª morte: mulher, de 79 anos, com hipertensão arterial sistêmica.
12º morte: mulher, de 89 anos, sem comorbidade relatada.
13ª morte: homem, de 41 anos, sem comorbidade relatada.
14ª morte: homem, de 54 anos, que também tinha diabetes e pressão alta.
15ª morte: homem, de 77 anos, que também tinha diabetes e pressão alta e era cardiopata.
16ª morte: homem, de 88 anos, que também tinha diabetes.
17ª morte: homem, de 86 anos, que também tinha pressão alta e doença renal crônica.
Impacto desse período é maior para mulheres negras
Eclipse está marcado para iniciar às 5h44
O empreendimento ocupa uma área de mais de 620 mil m², na antiga Fazenda Pimenta
O ex-ministro-chefe da Casa Civil falou sobre a conjuntura e desafios do partido nas eleições…
Qual o paradeiro de Luísa Porto? Personagem emblemática da consciência criativa de Carlos Drummond de…
Em 24 de fevereiro, foi instituído o primeiro código eleitoral brasileiro, que garantiu a participação…