O combate ao Aedes aegypti é a principal forma de prevenção à dengue (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Por Patrícia Lisboa
A Secretaria de Saúde de Indaiatuba confirmou, nesta segunda-feira (23/6), a 16ª morte por dengue, em 2025, após o recebimento de laudo do Instituto Adolfo Lutz. O óbito ocorreu no dia 23 de março, sendo a vítima um homem, de 88 anos, que também tinha diabetes.
Nesta segunda-feira (23/6), Indaiatuba soma 9.254 casos confirmados de dengue. Ainda há 281 notificações suspeitas aguardando resultado de exames para a confirmação ou não da doença.
Também foram confirmados, este ano, em Indaiatuba, dois casos de chikunguya. Ainda há sete outros casos suspeitos em análise.
A dengue, a chikungunya e zika vírus são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Uma das principais formas de prevenção da doença é o combate ao mosquito transmissor. Isso pode ser feito eliminando água parada ou objetos que acumulem água como pratos de plantas ou pneus usados.
Os sintomas mais comuns da dengue são febre alta, dor atrás dos olhos, dor no corpo, manchas avermelhadas na pele, coceira, náuseas e dores musculares e articulares.
MORTES POR DENGUE EM INDAIATUBA – 2025
1ª morte: mulher, de 96 anos, sem comorbidade relatada pela família.
2ª morte: homem, de 66 anos, com diabetes e coração chagásico.
3ª morte: homem, de 89 anos, com hipertensão e doença coronária.
4ª morte: homem, de 77 anos, com diabetes e cardíaco.
5ª morte: mulher, de 83 anos, com hipertensão e doença pulmonar obstrutiva crônica.
6ª morte: homem, de 85 anos, com hipertensão e diabetes.
7ª morte: homem, de 89 anos, com hipertensão e acidente vascular cerebral isquêmico.
8ª morte: mulher, de 32 anos, com hipertensão e diabetes.
9º morte: mulher, de 89 anos, com artrite reumatoide e antecedente de câncer de mama.
10ª morte: mulher, de 68 anos, sem comorbidade relatada.
11ª morte: mulher, de 79 anos, com hipertensão arterial sistêmica.
12º morte: mulher, de 89 anos, sem comorbidade relatada.
13ª morte: homem, de 41 anos, sem comorbidade relatada.
14ª morte: homem, de 54 anos, que também tinha diabetes e pressão alta.
15ª morte: um homem, de 77 anos, que também tinha diabetes e pressão alta e era cardiopata.
16ª morte: um homem, de 88 anos, que também tinha diabetes.
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