Tomógrafo foi usado em árvores da área de abrangência do estudo para uma avaliação mais precisa (Foto: Secom/PMI)
A Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente de Indaiatuba realiza a avaliação fitossanitária de árvores em três regiões da cidade. O projeto piloto é realizado em 224 árvores localizadas internamente e no passeio público do Cemitério Candelária e nos canteiros centrais e passeios públicos das avenidas Itororó e Major Alfredo Camargo Fonseca. A proposta é fazer um levantamento da saúde das árvores para direcionar medidas preventivas como o tratamento de doenças e o controle de pragas, e diminuir os riscos de quedas em pontos com grande circulação de pessoas e veículos.
O estudo já está em andamento e é realizado pela empresa STW Ambiental. O trabalho é feito por meio de inspeção visual e também com a ajuda de equipamentos como o penetrógrafo e o tomógrafo usados para a avaliação interna da estrutura lenhosa do tronco nos casos que exigem um diagnóstico mais preciso.
Os locais escolhidos para iniciar o projeto piloto são vias de grande circulação de veículos e pedestres e que concentram um volume alto de árvores antigas com maiores riscos de queda.
O estudo contratado pela Prefeitura contempla a identificação da espécie; estimativa do estágio de vida da árvore (jovem, adulta ou idosa); medição de DAP (diâmetro na altura do peito); identificação de danos causados por inseto; identificação de podridão ou oco no tronco ou na base do tronco e nas raízes indicação excesso de fungos; e avaliação do tamanho do canteiro e área permeável ao redor. Também são realizadas identificação de galhos secos; indicação de inclinação não natural; identificação de podas realizadas de forma danosa; e identificação de calçamento elevado por raízes que possam causar queda de transeuntes.
O levantamento feito no Cemitério da Candelária avaliou as árvores plantadas internamente e nas calçadas e canteiros das ruas Candelária, Humaitá, Pedro Gonçalves, São Carlos e Quinze de Novembro. Nas avenidas Itororó e Major Alfredo Camargo Fonseca foram avaliadas as espécies nos canteiros centrais e calçadas. Das 224 árvores avaliadas, somente dez delas vão precisar do uso de tomógrafo para um diagnóstico mais preciso.
Integraram o estudo apenas as árvores com DAP acima de 30 cm. Na lista estão sibipirunas; ipês rosa e roxo; dedaleiros; oitis chuva de ouro; chamas da floresta; canelinhas; ciprestes; patas de vaca branca e rosa; jequitibás-rosa; quaresmeiras; palmeiras; figueiras; salgueiros e jambolão.
Impacto desse período é maior para mulheres negras
Eclipse está marcado para iniciar às 5h44
O empreendimento ocupa uma área de mais de 620 mil m², na antiga Fazenda Pimenta
O ex-ministro-chefe da Casa Civil falou sobre a conjuntura e desafios do partido nas eleições…
Qual o paradeiro de Luísa Porto? Personagem emblemática da consciência criativa de Carlos Drummond de…
Em 24 de fevereiro, foi instituído o primeiro código eleitoral brasileiro, que garantiu a participação…