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Área de Viracopos e construção do Hospital Metropolitano são destaques em reunião da RMC

Na reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (RMC), organizada pela Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (Agemcamp), na manhã desta terça-feira (22/2), em Sumaré, os destaques da pauta foram a discussão sobre a área do Aeroporto Internacional de Viracopos e a construção do Hospital Metropolitano, para atender toda a RMC.

A reunião foi conduzida pelo presidente do Conselho da RMC, o prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis; e pelo diretor-executivo da Agemcamp, Odair Dias, com prefeitos e representantes das 20 cidades que compõem a RMC.

As prefeituras da RMC estão de acordo de que seja mantida a área atual do sítio aeroportuário do Aeroporto de Viracopos, de 27 quilômetros quadrados, o que possibilita a expansão com a construção de mais duas pistas de decolagem e a instalação de galpões de logística e centro de convenções. O Ministério da Infraestrutura prevê autorizar apenas metade dessa área, quando for relicitada a concessão, o que deve ocorrer em dois meses.

Os prefeitos da RMC vão elaborar um documento e enviar à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e à Secretaria Nacional de Aviação Civil ressaltando a importância do Aeroporto de Viracopos.

HOSPITAL METROPOLITANO

Na reunião da RMC, o prefeito de Campinas, Dário Saadi, defendeu a construção do Hospital Metropolitano, na área de 40 mil metros quadrados da Fazenda Argentina, da Unicamp. “A construção do Hospital Metropolitano é muito importante para ampliar a oferta de leitos e serviços de saúde para toda a Região Metropolitana. Por isso, damos apoio total a esse projeto”, disse o prefeito.

A previsão é de que o hospital esteja pronto em dois anos e tenha gestão técnica da Unicamp. O investimento estimado para a obra, a ser feito pelo governo do Estado, é de R$ 320 milhões. Depois de pronto, os custos com a operação da unidade devem ser divididos entre o SUS (Sistema Único de Saúde), as prefeituras da RMC e o governo do Estado. A expectativa é de que o hospital regional ofereça atendimentos eletivos e de urgência e disponha de mais de 300 leitos.

A demanda por uma unidade hospitalar regional vem sendo discutida há tempos pelos prefeitos da região, que atualmente tem cerca 3, 3 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE em 2021. Na semana passada, o prefeito Dário Saadi, o vice-prefeito Wanderley de Almeida e o secretário de Saúde de Campinas, Lair Zambon, estiveram com diretores e técnicos da Saúde da Unicamp para reforçar o apoio à implantação do Hospital Metropolitano.

Patricia Lisboa

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