Região de Campinas vai receber repasse adicional de R$ 25,67 milhões (Foto: Divulgação/Sima)
Por Patrícia Lisboa
Com o esgotamento dos leitos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com covid-19, na rede pública de saúde de Campinas, ontem (15/3), o prefeito Dário Saadi (Republicanos) discute a adoção de lockdown com gestores das 20 cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) – da qual Indaiatuba faz parte –, nesta manhã.
Em Campinas, a implantação da medida já está sendo estudada. Ontem, Saadi recebeu representantes da Associação de Bares, Restaurantes e Similares de Campinas (Abresc), que defenderam a decretação de lockdown na cidade.
A secretária municipal da Saúde, Graziela Garcia, representa o prefeito de Indaiatuba, Nilson Gaspar (MDB), na reunião, que acontece neste momento.
De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, em Indaiatuba, a taxa de ocupação dos leitos de UTI para a covid-19 é de 88% no Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc), que atende pelo SUS, de 85% no Hospital Santa Ignês, da rede privada, e de 50% nos alugados pela rede municipal de saúde, em Arthur Nogueira.
Nas enfermarias, a taxa de ocupação é de 100% no Haoc e de 73% no Hospital Santa Ignês. Não há leitos alugados para o SUS em enfermarias da rede particular.
Indaiatuba também soma 382 mortes e 15.382 casos confirmados de covid-19, do início da pandemia até agora.
BLOQUEIO TOTAL
O lockdown (bloqueio total) é uma medida mais restritiva, que impõe o distanciamento social, para limitar a circulação de pessoas somente a situações essenciais, com o objetivo de conter as contaminações pelo coronavírus, que causa a covid-19.
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